terça-feira, 1 de maio de 2012

O Preço...


"As vezes tenho que fechar os olhos... Quem dera fosse a imaginar, nem isso eu consigo... Não! E o que se vê... Não sei se é escuro, talvez seja tristeza, se esta puder ser vista... E nessa terra de gigantes que trocam vidas por outras vidas... Chega um momento que temos que ficar pequenos e ver as coisas de outra perspectiva... E ver uma estrela com os olhos de uma formiga."

--- Igor Daniel.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

O pássaro

Um passarinho aninhou-se em meu peito. Fez do meu corpo sua morada. Todos os dias, assim que o Sol brincava de encontrar meus olhos semiabertos, o animal me acordava com seu doce canto. Aquela melodia tinha o som do silêncio. A pureza do inexplicável. Fazia bem. E o pássaro me acompanhava durante todo o dia. Sussurrando coisas que eu não era capaz de entender. E por isso mesmo me eram essenciais. Acostumei-me com a presença dele colado a mim. Um dia, ao ver os seus semelhantes, ele quis aprender a voar. Como professora só tinha a mim: um pobre ser de pés no chão. Mas sua doçura tinha sido tão boa para a minha pessoa que eu teria que ensiná-lo. Assim o fiz. Durante dias o mostrei como abrir as asas e batê-las com força. Com o tempo passei a falar sobre como se equilibrar no ar. Depois vieram as lições sobre pouso. O passarinho parecia me ouvir com atenção apesar de falarmos línguas diferentes. Ensinei tudo que podia. E ele me retribuía com seu cantar. As lições o deixavam forte e meu peito doía. Não era mais capaz de suportar o peso do animalzinho. Apesar de ter conhecimento do voo ele não tinha coragem para fazê-lo. Até que em um dia, em que o Sol não apareceu para o costumeiro jogo matinal, o pássaro voou. Bateu as asas com toda sua força.  Equilibrou-se lindamente no ar. Mas não foi capaz de pousar. Não no ninho que havia feito. Apenas voou. Quando acordei naquele dia nublado, sem Sol, sem música, sem melodia misteriosa não senti mais dor alguma. Ele tinha partido. Só então fui capaz de compreender as coisas que ele me sussurrava pacientemente. A vida exige liberdade, minha cara. E a felicidade está condicionada a isso. De que vale a vida de um pássaro se ele não pode ganhar os céus? Agora ele era livre e eu também. E isso me deixou feliz.


14.02.11

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Relato de quatro paredes...

Já no final da tarde,
gostava de observar sua silhueta na janela, enquanto tragava um cigarro...

Já não era tão moça,
mas seus seios e suas nádegas continuávam firmes...

E o contraste de sua pela alva, ainda suada, com o alaranjado do pôr-do-sol, me encantava.

Era assim que nossas tardes terminavam...
Como num quadro de Salvador Dalí.

Então ela virou-se, veio até mim,
beijou-me, pegou o que estava em cima do criado-mudo e foi embora...

Foi a última vez que nos vimos.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Dinheiro fácil...[?]

O despertador tocou...
Abriu os olhos e viu que ainda era muito cedo...
O sol começava a apontar no céu.


E com os cotovelos sobre a janela,
Ela observava o movimento da rua,
Pessoas iniciando sua rotina...


- Que dia patético, disse ela.
E voltou para a cama.


Naquele dia ela perdeu o emprego,
mas gostou do fato de poder dormir até mais tarde...


Terá agora que viver de outra forma...
Ganhar dinheiro... Ela tem um belo corpo.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Memória em preto e branco...


Eu a encontrava todos os dias, naquele mesmo lugar.
Não sabia o seu nome, nem de onde vinha...
E apenas dediquei alguns minutos do meu dia a observá-la.

Os dias se passaram...
E me vi contagiado pela mudez e a imobilidade daquela garota a observar a paisagem.
Mas em nenhum momento importunei-a.
Deixei sua paisagem livre de minhas indagações e meu olhar de adulto.

Hoje, olho para aquele mesmo lugar... agora vazio.
A pequena garota deve ter crescido.

E agora, perdido em minhas memórias, rezo para que ela não tenha perdido aquele peculiar dom de observar os detalhes de um quadro vazio...

É para ela que dedico essas palavras...

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Crônica de uma vaga lembrança...

Ela estava linda..!!
Naquele dia ela estava mais bela do que de costume...
E eu que pensava conhecer cada nuance daquele olhar, me surpreendi com a sua capacidade de me fazer amá-la... E como a amava.
Não era a toa que para ela, e só para ela, que dedicava meus simples versos.
Dou cores e movimentos... Recrio aquele dia. E o que pensava serem só lembranças... Não são mais tão lembranças assim... Sorriso jovem e despreocupado... 


Divagações, olhando para uma fotografia...

Frase do dia...


Sobre os relógios...


Que tristes são os relógios
No seu cíclico tic-tac
E nesse movimento conta o tempo.

E ponteiros famintos te dizem:
- Você está atrasado!
- Você agora te um, cinco, dez, trinta minutos a menos do seu dia...

Não seria exagero dizer, ainda, que são patéticos.
Já que nem mesmo seus mecanismos
Estão isentos daquilo que contam
E um belo dia param!

E o tempo?
Bem, o tempo continua seguindo...


Dispensáveis são os relógios
Tempo para se viver não!


E você o que está esperando???

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Frase do dia...


“Não sei… se a vida é curta ou longa demais para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido se não tocamos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem longa nem curta demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura… enquanto durar.”

- Cora Coralina.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Cotidiano...


Minha rotina está repleta de mim
Acordo, e logo tropeço na felicidade 
Desconcertado, saio de casa 
e afundo meus dois pés numa poça de alegria
- não me dou ao trabalho de limpá-los
Vez ou outra escorrego numa casca de entusiasmo
Que pessoa seria capaz de jogá-la no chão?
Graças a esses contra-tempos, 
sempre chego atrasado numa sessão de tristeza.
O dono do cinema nunca reclama
Ele tem clientes de sobra!
Com o programa perdido, 
Costumo ir à praça comprar um algodão-de-carinho 
e lambo os dedos açucarados de criatividade
Não satisfeito, passo na padaria e compro uns sonhos
E depois de um dia com felicidade, alegria, entusiasmo,
sem tristeza, com carinho, criatividade e sonhos 
Deito e vou dormir nos braços do amor.


Com Sentipensadora... *-*

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Minhas palavras...

Minhas palavras,
Da janela são quadradas...
Da lente da luneta são redondas, concavas e convexas...
E brilham como aquela estrela para qual aponto um sonho.

Minhas palavras...
Vão até onde alcança a vista...
Então fecho os olhos e deixo ao sabor da imaginação...

Tem cheiro de chocolate...
Cheiro de um chamego no cangote...

São macias, como imagino ser as nuvens...
São duras, amorosas...
São de saudade...

Minhas palavras voam,
e pousam numa folha de papel...

Minhas palavras, são poesia..!!!


Soneto de Separação - Vinicius de Moraes

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De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama

De repente não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente

Fez-se do amigo próximo, distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente...


domingo, 15 de janeiro de 2012

A.mor sm [?]

Hoje tentei descrever o amor,
defini-lo melhor do que está no dicionário
e cheguei duas conclusões: dicionários são patéticos
- e eu mais ainda

Depois te tanto pensar cheguei à frase
'O amor quando definido torna-se tudo, menos amor',
Cai por terra e vi o quanto sou piegas
Quiz dar um ponto final nessa frustada tentativa
E fiquei feliz por descobrir que o amor e o infinito andam de mãos dadas.

Tentei, então, torná-lo previsível, compreensível, exato...
e mais uma vez me disse o amor: - Detesto matemática!


Com Igor Daniel

Soneto do Amor Total - Vinícius de Moraes



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Soneto do amor total
(Vinicius de Moraes)

Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade

Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente,
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim muito e amiúde,
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Dica de leitura para as férias #5


Como anda a sua leitura..?? Quantos livros já leu, desde que ficou de férias..?? Espero que tenha gostado das outras sugestões, mas não se preocupe, ainda dá tempo para se dedicar a leitura! Hoje trago mais uma dica... Espero que se identifiquem! 

A mulher que escreveu a bíblia - Scliar, Moacyr.

Último romance de Moacyr Scliar, lançado em 1999, A mulher que escreveu a Bíblia, alia as três virtudes mais importantes do autor – seu dom de fantasiar, o humor e o movimento fluente da narração. Os melhores elementos de sua escrita estão contidos neste enredo bem construído, no qual se mesclam naturalmente intelectualidade e deboche, o divino e o leigo, eventos históricos e ficcionais, espiritualidade e questões sexuais. Ajudada por um ex-historiador que se converteu em "terapeuta de vidas passadas", uma mulher descobre que, no século x a. C., foi uma das setecentas esposas do rei Salomão - a mais feia de todas, mas a única capaz de ler e escrever. Encantado com essa habilidade inusitada, o soberano a encarrega de escrever a história da humanidade - e, em particular, a do povo judeu -, tarefa a que uma junta de escribas se dedica há anos sem sucesso. Com uma linguagem que transita entre a elevada dicção bíblica e o mais baixo calão, a anônima redatora conta sua trajetória, desde o tempo em que não passava de uma personagem anônima, filha de um chefe tribal obscuro.



"Creio que uma forma de felicidade é a leitura."
(Jorge Luis Borges)

Fonte: <http://www.infoescola.com/livros/a-mulher-que-escreveu-a-biblia/> Acesso em 14 de Janeiro de 2012.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Cecília Meireles - VideoPoema


"No mistério do sem-fim equilibra-se um planeta. E no planeta um jardim e no jardim um canteiro, no canteiro uma violeta e sobre ela o dia inteiro, entre o planeta e o sem-fim a asa de uma borboleta..."

Dica de leitura para as férias #4 (Livros de Bolso)


A dica de hoje vai para os livros de bolso. Popularizados pela L&PM Editores a partir do final da década de 90, esse formato já ocupa lugar de destaque nas livrarias e na preferência dos brasileiros. Por vários motivos, dentre eles, o preço (que é bastante acessível), é fácil de ser carregado, pode ser encontrado mais facilmente (desde bancas de revista à supermercados), variedade de títulos, entre outros motivos. Outras editoras também oferecem livros nesse formato, com por exemplo, a Cia. de Bolso, Pocket Ouro e a BestBolso. Hoje minha sugestão fica para dois livros da L&PM Pocket, sejam eles "Mulheres" de Eduardo Galeano e "Livro dos sonetos". Poesias e pequenos contos que podem ser lidos aos poucos... sempre que sobrar um tempinho!




Mulheres - Galeano, Eduardo.

Do escritor uruguaio, Eduardo Galeano, conhecido mundialmente pelo livro "As veias abertas da América Latina", traz neste livro uma seleção de textos que são uma verdadeira homenagem às mulheres, célebres e anônimas, da América Latina.

Um pequena observação bem pessoal, diga-se de passagem, é que conheci Eduardo Galeano, através de uma grande amiga, que adorava ler para mim, trechos do "Livro dos abraços", outra obra desse escritor, e me apaixonei por uma frase que tenho na ponta de língua: 

"Assovia o vento dentro de mim... Estou despido. Dono de nada, dono de ninguém, nem mesmo dono de minhas certezas, sou minha cara contra o vento, a contravento, e sou o vento que bate em minha cara."

(O livro dos Abraços - Eduardo Galeano)

Segue abaixo um dos contos do livro...

O AMOR

Na selva amazônica, a primeira mulher e o primeiro homem se olharam com curiosidade. Era estranho o
que tinham entre as pernas.
– Te cortaram? – perguntou o homem.
– Não – disse ela. – Sempre fui assim.
Ele examinou-a de perto. Coçou a cabeça. Ali havia uma chaga aberta. Disse:
– Não comas mandioca, nem bananas, e nenhuma fruta que se abra ao amadurecer. Eu te curarei. Deita na
rede, e descansa.
Ela obedeceu. Com paciência bebeu os mingaus de ervas e se deixou aplicar as pomadas e os unguentos.
Tinha de apertar os dentes para não rir, quando ele dizia:
– Não te preocupes.
Ela gostava da brincadeira, embora começasse a se cansar de viver em jejum, estendida em uma rede. A
memória das frutas enchia sua boca de água.
Uma tarde, o homem chegou correndo através da floresta. Dava saltos de euforia e gritava:
– Encontrei! Encontrei!
Acabava de ver o macaco curando a macaca na copa de uma árvore.
– É assim – disse o homem, aproximando-se da mulher.
Quando acabou o longo abraço, um aroma espesso, de flores e frutas, invadiu o ar. Dos corpos, que jaziam
juntos, se desprendiam vapores e fulgores jamais vistos, e era tanta formosura que os sóis e os deuses morriam de vergonha.

Livro dos Sonetos.

Organizado pelo escritor Sergio Faraco, este livro busca resgatar alguns dos maiores clássicos da poesia, gênero esse que, é uma das formas mais sublimes da expressão artística. Traz uma seleção de sonetos de poetas portugueses e brasileiros (Alguns bastante conhecidos outros nem tanto), do período de 1500 à 1900. 

Essa antologia, coloca-nos diante da grandeza da nossa língua... Entre os maiores destaques desse livro estão, Camões, Fernando Pessoa, Olavo Bilac, Florbela Espanca, Augusto dos Anjos, Machado de Assis, Castro Alves, etc.

Vale a pena ter sempre esse livro na bolsa ou na cabeceira da cama... Um soneto para começar o dia! 


Eu
(Florbela Espanca)

Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada… a dolorida…

Sombra de névoa ténue e esvaecida,
E que o destino, amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!

Sou aquela que passa e ninguém vê…
Sou a que chamam triste sem o ser…
Sou a que chora sem saber porquê…

Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver
E que nunca na vida me encontrou!
(Livro dos Sonetos, pág. 104)


"A leitura não é uma atividade elitizada, mas uma ferramenta de transformação social dos indivíduos." 
(Julian Correa)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Aquarela da Alma...



Sentir o vento no rosto...
E não pensar em mais nada...
E deixar o coração invadir-se pelo crepúsculo...
Como uma aquarela de tons alaranjados...
E de repente, ver o pôr-do-sol de olhos fechados...
Dentro de nós mesmo.

E quando chegar a noite...
Não teremos nada a temer...
Por que no coração...
Carregaremos um pouquinho de luz!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pequenas coisas da vida...

Um abraço apertado...
Um sorriso largo...


Um amor novinho em folha...


Um novo sonho a ser perseguido...
Mais um pedido feito no silêncio do coração...


Alguns muitos momentos de felicidade...


Um momento de paz e silêncio...
E momentos de loucura e liberdade...


A companhia dos velhos amigos...


Uma ciranda de roda...
E um banho de chuva...


Uma música para aquele momento...
E para revivê-lo...


Um verso de poesia para ficar na memória...
Lágrimas de felicidade...



Mãos dadas...
Uma boa noite de sono...


Um 'Eu te amo' ao pé do ouvido...


Mais momentos de encontros e de reencontros...
Mais momentos de prazer...


Uma saúde de ferro...
Um detalhe para quebrar a rotina...


Um minuto para observar a paisagem...
E mais dois para sentir o vento no rosto...




E que haja sempre um novo dia para recomeçar...!!







Quem é você? De onde você vem?

O livro intitulado O Mundo de Sofia é um romance envolvente que, de forma natural e didática, introduz a História da Filosofia dando rápidas pinceladas sobre o seu desenrolar no Ocidente. Levanta as principais questões estudadas pelos pensadores de todos os tempos, vivo exemplo da inquietude humana e da instintiva busca por referenciais de conduta: Deus, o Universo, o Homem, a Sociedade e a História.

Sofia Amudsen, personagem central de O Mundo de Sofia, é uma jovem estudante que vê a sua vida mudar completamente por conta de cartas anônimas com as mais diversas questões existenciais: Quem é você? De onde você vem? Como começou o mundo? Ao escrever de forma nada erudita, com narrativas em estilo romancista, o escritor Jostein Gaarder nos conduz ao fantástico mundo da história da filosofia e o que se apresentava antes como intangível e misterioso se revela diante de nossos olhos como fascinante e indispensável: a filosofia.



"A capacidade de nos surpreendermos é a única coisa de que precisamos para nos tornarmos bons filósofos (...) E agora tens que te decidir, Sofia: és uma criança que ainda não se habituou ao mundo? Ou és uma filósofa que pode jurar que isso nunca lhe acontecerá?... Não quero que tu pertenças à categoria dos apáticos e dos indiferentes. Quero que vivas a tua vida de forma consciente."

(Jostein Gaarder - O mundo de Sofia)


Fonte: < http://www.mundodosfilosofos.com.br/rosana16.htm > Acesso em 10 de Janeiro de 2012.
Imagens: Da internet.